8 de nov. de 2013


A energia mais Cara do Brasil - CEMIG

Vamos entender como é calculo da energia fornecida pela CEMIG e logo depois da leitura assista o comercial da Empresa em 2013, estrelando com Jonas Bloch.
Jonas Bloch em seu Blog pessoal lança duras críticas a CEMIG, mas pagando bem que mal tem?

O coordenador geral do Sindicato dos Eletricitários (Sindieletro/MG) e secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT Minas), Jairo Nogueira Filho, destaca que o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) que incide sobre a eletricidade é calculado por um critério chamado ‘tributação por dentro’, no qual a base de incidência do imposto inclui o próprio imposto, taxas e tributos da conta.
Isso faz com que a tributação real seja maior que o imposto indicado na conta. Por exemplo: uma alíquota de 30% de ICMS representa uma tributação real de 42,8%. “O exagero do imposto é um modelo socialmente injusto, pois sobretaxa um bem essencial, que é a energia”, avalia Jairo.

Imposto alto, qualidade do serviço baixa
Além do consumidor residencial da Cemig amargar um ICMS alto, é penalizado pela queda na qualidade dos serviços da empresa. Pelo menos 77% dos consumidores da Cemig esperam mais tempo que o definido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para o restabelecimento de energia. O DEC da Cemig, que mede o tempo que as famílias ficam sem luz, só vem piorando e ficou, no ano passado, 37% acima do indicador registrado em 2003.Em abril, a Aneel divulgou o ranking da qualidade do serviço prestado pelas distribuidoras de energia do país ao longo de 2012 e a situação da Cemig não é nada boa. A empresa, que ficou em 20º lugar na lista do ano passado, caiu para a 25ª posição.

O lucro de uma terceirização que mata
A Cemig hoje é uma holding de economia mista, que é controlada por acionistas privados nacionais e internacionais. Mais de 60% do lucro da empresa é remetido ao exterior, comprometendo investimentos em melhorias no sistema elétrico e na garantia de condições adequadas de trabalho para os eletricitários.Há dez anos a terceirização é usada indiscriminadamente pela empresa como ferramenta para aumentar os lucros para os acionistas, o que não só compromete a qualidade dos serviços prestados como leva à precarização das condições de trabalho nas empreiteiras contratadas. Os acidentes fatais envolvendo trabalhadores que prestam serviços para a Companhia já são quase mensais. Em contrapartida, a Cemig já garantiu aos acionistas um repasse de R$ 3 bilhões para o ano de 2013.

Minas não dá o desconto total na conta de luz
O governo federal aprovou uma iniciativa que alivia a população do alto valor da tarifa. A Medida Provisória 579, que se transformou na lei 12.783, antecipou a renovação das concessões das empresas públicas de energia que venceriam até 2015. As novas regras garantiram a redução da tarifa já em 2013 de 18% para os consumidores residenciais.No entanto, os governos de Minas Gerais, Paraná e São Paulo, todos governados pelo PSDB, não pactuaram com a proposta de adequação às novas regras. Ao renunciarem à renovação das concessões das usinas, colocam em risco o patrimônio da população com a ameaça de privatização, pois as empresas, hoje do Estado, devem ser leiloados para a iniciativa privada. [ ViaMundo]

Agora vamos com o Garoto Propaganda fala:



Agora vamos ao que o cidadão escreve:

É tão simples... Por Jonas Bloch

Lavras Novas tem se projetado nacionalmente: tornou-se um pólo turístico  elogiado por revistas e jornais nacionais, como O GLOBO  (matéria de quatro páginas), Viagem e Turismo, Quatro Rodas, etc.                                                                                  
Tendo crescido rapidamente, teve um aumento no número de construções e no fluxo de turistas. Assim sendo, deveria receber os serviços de infra-estrutura correspondentes a esse crescimento.
A CEMIG, que é muito eficiente para cobrança, não nos atende – há anos temos apagões e os técnicos explicam que o problema está no transformador que atende à Rua Alto do Campo, tem trabalhado com sobrecarga. Foram inúmeras as reclamações de moradores e comerciantes da Rua Alto do Campo sobre os constantes apagões que duram horas, resultando em prejuízo para os restaurantes,  moradores e pousadas que perdem os alimentos estocados nas geladeiras e que tem que fechar suas portas. Os turistas sentem-se desrespeitados. Agora os apagões são constantes. Na primeira semana de abril, a Rua Alto do Campo teve sua energia interrompida em quatro dias e o atendimento demora horas. A  CEMIG não toma providências, mesmo com o apelo da Procuradoria de Ouro Preto e da Prefeitura.                                                                                                                
Alguns moradores acham que devemos pedir a demissão do responsável pela Cemig de Ouro Preto, outros pensam em ir ao Governador, aos Ministérios, à Imprensa, onde for preciso, mas não aceitar a indiferença às reclamações que fazemos há muito, muito tempo. Um absurdo.
Sobre solicitações...
Aproveito para solicitar, pela terceira vez, ao Secretário de Turismo para trocar as placas de indicações de cachoeiras e trilhas que estão enferrujadas. Não tem cabimento pagar caro para erguer palanque, alugar som e contratar artistas para fazer shows e alegar que não há dinheiro para uma meia dúzia de placas, tão necessárias para informação do turista. Chega às raias do ridículo. [Jonas Bloch]

Agora basta os mineiros a pensarem  entre o que está escrito e que está falado.

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