Serra dos Aimorés e seus Idiotas Úteis
A política é formada por Grupos,
dentre os quais se destacam:
Grupo A – Está no poder e não quer
largar o “osso”;
Grupo B – Está querendo pegar o
“osso”;
Grupo C – Diz que repartirá o
“osso” a todos;
Esses grupos políticos tratam a
política como uma grande gincana e muitas das vezes quem paga a prenda é o povo
por seus longos quatro anos. uteis
Nessa grande gincana existem os
Idiotas Úteis que operam com informação parcial, mas assumem que têm informação
suficiente para saber como todas as outras pessoas existentes no mundo devem
viver as suas vidas. Estas pessoas, em grande parte, não são idiotas no
verdadeiro sentido do termo, mas sim pessoas que se alinharam com um movimento,
assumindo que estão a trabalhar para um "mundo melhor" – Marxismo Cultural.
Em Serra essa personagem é muito
presente e independe do Grupo a que pertence: perdedor ou vencedor procura a
todo custo manter a chama da “rivalidade desnecessária” acesa.
Tratam as pessoas contrárias a
sua falsa ideologia partidária como emblemas e estereótipos estigmatizados.
Geram perseguições, expõe as pessoas, inventam mentiras e provocações sem
sentido, buscam a todo custo à anulação social e empregatícia.
Assumem a imagem e semelhança de
Quem manda, por outro lado nem sempre Quem manda sabe das atividades de seus
subordinados.
Não estão preocupadas com a
cidade e sim consigo [Com seus empregos ou na busca deles no setor público], todavia
esses idiotas úteis são funcionais no aspecto “leva – e – trás”, pois Quem está
no poder [Gestores que são medíocres e incapacitados administrativamente] precisam
de catalizadores, ou melhor, “cães de ataque”.
São aduladores, lutam pela causa,
defendem o Errado como Certo ou vice - versa e no fim Quem ordenou todo engodo
sempre estará bem com todos os lados, uma vez que surge para acalmar os ânimos
e prover a “paz”.
As pessoas com o tempo vão
aprendendo a observar esses tipos e como eles agem, caem no descrédito nas suas
próprias atitudes. Embora para o idiota útil, apenas está cumprindo seu dever
cívico e ele está acima do bem e do mal, olhando para o outro Grupo com
supremacia, sem perceberem que o poder político é finito.
Morrendo a legenda e fica o legado, pois a política se faz com ações de benfeitorias para todos e não para o bem-próprio.
Jovenildo Carvalho
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